quarta-feira, 14 de março de 2012

São Paulo/SP: Patisserie Douce France


Ainda em solo paulistano, fui conferir as delícias da Patisserie Douce France, que também fica no Morumbi Shopping.

Fomos atendidas pela Roberta com a maior simpatia, o que já vale muitíssimos pontos! O ambiente merecia um bom upgrade e um ar condicionado mais fresquinho, mas tudo isso fica (quase) em segundo plano quando você se aproxima da vitrine, recheada de doces finos de todos os tipos, para todos os gostos.



Sempre que há muitas opções eu sofro. Então, pra não ter só uma escolha, optei por mini (mesmo!) docinhos: eclaire de chocolate e tortinha de framboesa (R$4,90 cada). Essa última não dá nem pra descrever de tão boa! Não vou nem tentar, sério.


Minha mãe escolheu um mil folhas (10,90) que estava sensacional. Creme leve, saboroso e a massa bem crocante. Tudo como deve ser.




Com um café com leite e um espresso, nossa conta fechou em R$30,00. Meio carinho, é verdade, mas paguei feliz e fiquei com vontade de levar mais alguns doces pra comer no caminho de volta pra casa. Assim bom!






Estando em São Paulo, você pode tanto visitar a filial do Shopping Morumbi (na Área Fashion), como a que fica nos Jardins. Clica aqui pra ver os endereços.

segunda-feira, 12 de março de 2012

São Paulo/SP: O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo


O título do post não é a minha opinião, é o nome do lugar. O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo é uma cafeteria de um bolo só, que existe a mais de 20 anos em Portugal e desembarcou no Brasil alguns anos atrás. 

Visitei uma das filiais deles em São Paulo, que fica no Shopping Morumbi. Foi aquela pausa no passeio (vulgo: compras,compras,compras) para tomar um espresso e experimentar o famoso bolo.

 O café estava bem gostoso (R$4,20). Vem com um pedacinho da massa do bolo.


Já o bolo é uma tentação para todas as formigas de plantão. Pedi o tradicional... a massa parece um suspiro de chocolate, pois não leva farinha. Há também a versão 70% cacau e a versão 0% açúcar. Achei interessante que todos os bolos são Kosher.


A conta ficou em R$18,00 porque dividi uma fatia do bolo com minha mãe. Como a versão tradicional é muuuito doce (e eu não sou lá muito formiga), dá pra dividir tranquilamente. 


Pra mim, não é o melhor bolo de chocolate do mundo, mas com certeza é uma delícia e merece uma visita. Pra saber onde encontrar uma das lojas, clica aqui!

sábado, 3 de março de 2012

Momento preguiça: Cappuccino Nescafé

Quem acompanha o Facebook do Café das Quatro (clica e curte esse aqui ) já viu um comentário sobre esse cappuccino.
Havia experimentado o de máquina - daquelas que a gente coloca a moeda e escolhe o sabor - que é uma delícia! Quando descobri que tinha pra vender no supermercado.. PIREI!





Bem fácil de fazer, não fica tão gostoso quando o da máquina, confesso.
Mas é ótimo pra tomar de sobremesa, pois tem um toque extra do chocolate Classic da Nestlé.


Faço com leite, mas pode usar água mesmo.
Quem tiver um mixer pequeno em casa recomendo usar, pra deixar mais "aerado".


Enfim, ótimo para um momento preguiça pois é fácil e rápido de fazer.
A instrução de embalagem diz para adicionar o pó ao leite, mas eu prefiro fazer o contrário, acho que fica menos embolotado! #odeio




Infelizmente não gravei o preço do produto :(
Atualizo quando souber!


Alguém aí já tomou? Comenta para sabermos!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Starbucks Brasil pretende abrir 64 unidades até o fim de 2012




O ano de 2011 foi de reflexão para a subsidiária brasileira da Starbucks. A corporação empreendeu uma expansão discreta, com a abertura de oito novas lojas em 2011, para um total de 32 cafeterias. Para este ano, no entanto, as metas da gigante americana para o País são bem mais ambiciosas: a ordem é dobrar a operação local, que chegará a 64 unidades até o fim de 2012.

A decisão de dar o necessário empurrão à filial brasileira - que ainda é semelhante à argentina em número de lojas - veio por duas razões: o apetite do CEO mundial Howard Schultz em abrir novas frentes de crescimento e a falta de uma concorrência forte no mercado de cafeterias no País. "Houve um período de reorganização interna para garantir o crescimento de maneira rápida e sólida", afirma o diretor-geral da Starbucks Brasil, Ricardo Carvalheira.

A oportunidade para o grupo americano foi criada principalmente pela dificuldade das cafeterias nacionais de financiar a própria expansão, na avaliação de Alexandre Adoglio, fundador da rede Cafeera, que chegou a ter quatro lojas e foi comprada pela Ipanema Coffees - a empresa, sob a gestão da Gávea, foi obrigada a encerrar a atividade de varejo ao virar fornecedora da Starbucks no mercado nacional, em 2006. "A expansão no mercado nacional depende de fôlego para investir, que é justamente o que a Starbucks tem", diz Adoglio, que saiu do setor e hoje comanda uma empresa de negócios pontocom, a Tigital.

A capacidade financeira para crescer rapidamente é um dos trunfos da Starbucks, grupo que faturou US$ 11,7 bilhões isso mesmo BI no ano fiscal de 2011 e tem US$ 2 bilhões disponíveis em caixa para investir no curto prazo - dinheiro suficiente para abrir mais de mil novas lojas no mundo.

São cifras com as quais as redes de cafeteria nacionais não podem concorrer. Dentro do nicho específico da Starbucks - lojas amplas, em que o cliente pode tomar um café enquanto lê uma revista ou navega na internet sem fio -, a maior parte da concorrência local é formada por operações de pequeno porte, como a Suplicy e a Santo Grão. "Não há nenhuma grande rede de cafeteria no Brasil. E a Starbucks tem uma marca boa o suficiente para ocupar esse espaço", diz o consultor Marcelo Cherto, especializado em franquias.
O Fran's Café é a única empresa do ramo com número relevante de lojas, com 130 unidades, no modelo de franquia e com faturamento anual de aproximadamente R$ 100 milhões. "Acho que o Fran's Café perdeu uma oportunidade de dominar o mercado. As lojas envelheceram e ficaram mal cuidadas", diz um consultor ouvido pelo Estado que prefere não ser identificado.
O fundador da rede, Francisco Conte, admite dificuldades administrativas nos últimos anos. Ele e seus dois sócios repassaram 20% do negócio e a administração da empresa para uma consultoria. Depois de acompanhar a deterioração dos resultados, decidiram recomprar a participação cedida. Foi nesse intervalo que a expansão ficou comprometida. Conte espera recuperar parte do tempo perdido com a abertura de pelo menos 30 lojas ainda este ano. "Já tenho 15 unidades em obras", adianta. Conte enfrenta dificuldades, porém, para a reforma das lojas, cuja renovação depende da boa vontade dos franqueados. "O investimento fica próximo de R$ 100 mil."
 A Starbucks também tem a seu favor as estatísticas relativas ao forte aumento do consumo de café fora de casa. A categoria, que inclui o cafezinho tomado em escritórios, restaurantes, padarias, cafeterias e redes de food service, cresce pelo menos três vezes acima da média do mercado e ajuda a aumentar o consumo per capita no País, que está em 79 litros de café por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). O patamar está próximo ao de países de clima frio como Estados Unidos, Alemanha e França. Em números absolutos, o Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas do mercado americano.
Além disso, a Starbucks preocupou-se em se adaptar à realidade brasileira. Aqui no Brasil a operação já nasceu vendendo pão de queijo, incluiu brigadeiro ao cardápio e agora começou a vender coxinhas e empadinhas não precisava tanto. 

Apesar de representar um salto de 100% em número de cafeterias, a subsidiária brasileira ainda será insignificante quando se considera o porte da Starbucks, que tem quase 11 mil lojas apenas nos Estados Unidos. No universo da rede, o Brasil assumirá até o fim do ano uma distante segunda colocação na América Latina, atrás do México (veja quadro ao lado). O valor aplicado no País, considerado o custo médio de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão por loja, ficará ao redor de R$ 30 milhões, valor irrisório diante do investimento total do grupo. 


Já pensou quando tiver aqui em Floripa ??? Vou ficar totalmente ''american way of life''. rsrsrs 

Fonte: O Estado de S. Paulo, por Fernando Scheller.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vai um sorvetinho ai?



Que eu amo um bom café, já deu para perceber...mas com esse calor, nada como um sorvetinho, né?!

Passando pelo Shopping Trindade descobri um sorvete artesanal delicioso no quiosque da Gelateria Max! Vale a pena conferir! O sorvete é super cremoso (sem aquele gosto artificial ou de gordura), com sabores bem variados - vão do chocolate amargo até os de frutas!

Pedi um potinho tamanho 'G' metade limão, metade côco. Estavam fantásticos os dois, o de limão sem amargor algum e o de côco com pedacinhos da fruta! Paguei R$ 8,00 pela delícia! (o pote me pareceu pequeno, mas é muito bem servido)


A sorveteria aceita cartões de crédito/débito e funciona no horário do Shopping: de segunda a sexta, das 09:00h às 21:00h e aos sábados das 09:00h às 19:00h.

Se for de carro, não se preocupe, o Shopping Trindade possui estacionamento próprio.

Onde fica mesmo?
Shopping Trindade, Rua Lauro Linhares, n. 2123, Trindade, Floripa/SC


Gostou? Visite também a loja da Gelateria na Lagoa da Conceição, na Avenida Afonso Delambert Neto, n. 619.


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Melitta Wake






Passando pelo supermercado me deparei com uma novidade: cafés gelados Melitta Wake. Não resisti, logo pensei: hummmm, isso tem que ir para o blog!!!

Comprei duas versões Toffee e Mocca, cada um saiu por R$ 1,99 no supermecado Angeloni. A expectativa era tomar um café gelado cremosinho, com leve gosto de chocolate e de bala toffee.

Bem, o Wake sabor Mocca não correspondeu...o gostinho de café ficou longe demais do que eu esperava....senti mesmo gosto de achocolatado de caixinha. Já o Wake Toffee tinha gostinho de bala toffee de caramelo meeeeesmo, só que também sem grandes presenças do café!

Marcus, meu esposo, também participou da degustação, gostou do sabor Mocca (ele adora nescau, então sem surpresas rsrsrsrs) e achou muito doce a versão Toffee, ambos sem comparação com os cafés gelados de cafeteria.

Conclusão: não dá para considerar que é um café nota dez, mas na preguiça de final de semana quebra um galho (até porque a caloria é baixa - 155 kcal por caixinha).


Fica a dica!

Para mais informações, acesse: www.melittawake.com.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Cafeterias dos anos 50 e 60

Esse vídeo vintage, mostra a história das cafeterias dos anos 50 e 60 em Londres. Um charme !!!


 


E aí, gostou? Ficou com vontade de ter vivido naquela época??? rsrs
Escreve para nós.
beijos